Cidade Desconhecida,
Segunda-Feira, 20 de Janeiro de 2010
Querido Diário:
Hoje, tal como ontem, andei a passear pela cidade. Ainda não descobri como ela se chama e só sei que as pessoas falam uma língua que não compreendo nada. Para comunicar com elas uso as mãos.
Hoje, vi o lado Sul da cidade... Dizem que é o lugar mais maravilhoso da cidade, pois é onde mora um rico burguês, chamado William. É um homem simpático, que me convidou para entrar e tomar um chá. Ele tem uma grande casa, tão grande, tão grande que seria talvez dez...não talvez vinte... não, não, cinquenta vezes maior que a minha de Vig.
Ao sair dessa casa (pois o senhor William tinha que partir), fui mais uma vez espreitar as montras. Era belas, brilhantes e, no seu interior, havia loiça azul, doirada, roxa, vermelha, ... . O brilho do Sol fazia-as brilhar em todo o seu esplendor como a luz do luar que se reflectia nas águas do mar, calmo e sereno.
Agora, ao dirigir-me para aqui, dei-me com outro rapaz, também perdido nesta cidade. Chama-se Pedro e não sabia onde se deitar, por isso hoje vai dormir connosco, aqui.
Até amanhã, meu querido Diário.
Hans
Turma CEF de Fotografia
terça-feira, 2 de março de 2010
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