sexta-feira, 30 de abril de 2010

Visita de Estudo ao Mosteiro de Alcobaça e à Quinta das Lágrimas

Visita de Estudo ao Mosteiro de Alcobaça e à Quinta das Lágrimas
No dia 24 de Abril de 2010, realizou-se uma visita de estudo ao Mosteiro de Alcobaça e à Quinta das Lágrimas, integrada na disciplina de Língua Portuguesa e no âmbito do estudo da grandiosa epopeia camoniana de Luís Vaz de Camões.
A nossa turma (CEF de Fotografia) e as turmas A, B, C e D do nono ano, juntamente com quatro professoras que nos acompanharam (professoras Maria de Fátima Jorge, Isilda Coelho, Ana Elisa e Sofia Pereira), partimos então para a odisseia do saber. No nosso saco de viagem, levámos muito entusiasmo e curiosidade, pois sabíamos que iríamos usufruir de uma aula ar livre.
A saída da escola deu-se por volta das oito horas da manhã, mas cedo tínhamos acordado, devido à excitação que sentíamos! Chegámos a Alcobaça por volta das onze horas e trinta minutos. É claro que houve uma paragem a meio deste longo trajecto, pois queríamos ir à casa de banho e o nosso estômago também já reclamava, exigindo algum alimento.
Já em Alcobaça, ficámos espantados com o tempo formidável e com o branco das casas. As ruas até pareciam ser mais alegres e mais largas, devido à luminosidade infundida por esta cor.
Entretanto, junto do Mosteiro de Alcobaça, vimos logo que se tratava de um monumento imponente, dada a sua fachada bastante trabalhada. Isso também foi observado no interior do mesmo, uma vez que havia arcos em pedra, colunas lavradas com desenhos variados, tectos e paredes adornados com rosetas e no chão viam-se pedras tacticamente colocadas. Ficámos, de igual forma, impressionados com os túmulos de D. Pedro e da bela garça, Dona Inês de Castro, ricamente arados em pedra. Aí repousam os corpos dos dois amantes que se encontram estrategicamente sepultados, pois, antes de falecer, D. Pedro I ordenou que deveria ser enterrado no sarcófago oposto ao da sua Inês, para que, quando o casal ressuscitasse, se levantasse, se olhasse nos olhos e se beijasse. De seguida, e ainda dentro do Mosteiro, visitámos a cozinha, os dormitórios, a sala de jantar, a sala de descanso, … dos monges. Tudo foi construído em grandes dimensões e aquilo que mais nos chamou à atenção foi a enormíssima cozinha com a sua lareira e chaminé descomunais.
A nossa visita de estudo não ficou por aqui e depois do almoço rumámos para a Quinta das Lágrimas, situada na cidade universitária de Coimbra. O arco dos amores, a fonte das lágrimas e a beleza natural da quinta entrou-nos pela nossa retina.
Ainda fomos a Shopping Arrábida, no Porto, e aí lanchámos, fizemos compras e também entrámos, em jeito de visita, em algumas lojas (Ouviram bem… apenas uma visita de cortesia, porque a vida está difícil e o dinheiro não abunda nos nossos bolsos!).
Chegou a hora de partirmos! Às dezanove horas, tal como foi combinado, estávamos prontos para regressar à nossa terra, terra de Teixeira de Pascoaes e de Amadeo de Souza-Cardoso.
A viagem correu muito bem e o dia esteve repleto de emoções!
Resta-nos esperar que mais visitas de estudo sejam planeadas e realizadas, pois, com elas, aprender torna-se mais fácil!

Alunos do Cef de Fotografia e professora Sofia Pereira

terça-feira, 20 de abril de 2010

Dia da Mãe – 1º Domingo de Maio

Dia da Mãe – 1º Domingo de Maio

As primeiras referências da comemoração do Dia da Mãe registaram-se na Grécia antiga, aquando da entrada da Primavera. Nesta altura do ano faziam-se festas em honra de Rhea, mãe dos deuses.

A campanha para instituir o Dia das Mães iniciou-se em 1905, no estado da Virgínia Ocidental, por Anna Jarvis. Neste ano, Anna perdeu a sua mãe e, devido a esta tragédia que se abateu sobre a sua vida, entrou em depressão.
As amigas de Anna organizaram então uma festa, para homenagear a mãe da colega.
Anna quis que esta festa fosse estendida a todas as mães, vivas ou mortas, a fim de fortalecer os laços familiares e o respeito pelos pais.
Anna lutou durante três anos seguidos para que fosse criado o Dia das Mães.

Em 26 de Abril de 1910, o governador da Virgínia ocidental instituiu o dia mundial das mães.

Gilberto

10 de Junho - A Bandeira Nacional

A Bandeira Nacional

A 19 de Junho de 1911, depois de ter sido implantada a República, a Bandeira Nacional substitui a Bandeira da Monarquia

A Bandeira Nacional está dividida a vertical com duas cores fundamentais: verde do lado esquerdo (ocupando dois quintos) e encarnada à direita (ocupado três quintos).
O vermelho é a cor da força, da coragem e da alegria. Ela representa o sangue derramado pelos portugueses
O verde é a cor da esperança.

Sandro Carvalho

Em Junho - 10 de Junho ( Dia de Portugal)

Em Junho - 10 de Junho ( Dia de Portugal)

Sabias que , há bastantes anos atrás, o 10 de Junho era o dia da raça?
Sabias que Luís Vaz de Camões morreu neste dia, no ano de 1580?
É por isso que o 10 de Junho é o Dia de Portugal, chamado oficialmente Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas.


Este poeta foi uma das pessoas que mais elogiou as aventuras heróicas dos nossos antepassados! Ele próprio era um aventureiro!!!

Mas não é só Camões que representa o nosso pais. Existem outros símbolos que nos identificam e que também têm história: a bandeira e o hino nacional assim como a língua portuguesa.

Sandro Carvalho

Santos pulares - 13, 24 e 29 de Junho

Santos pulares - 13, 24 e 29 de Junho

Junho é o mês dos santos populares e neste tempo fazem-se fogueiras, há foguetes e manjericos e as marchas populares podem ser vistas em muitas ruas e avenidas do nosso país. Em todos os lugares é assada sardinha, pairando pelo ar o cheiro delicioso deste peixe. Os santos mais festejados neste mês são santo António, são João e são Pedro.
Santo António é conhecido como o santo casamenteiro. É também evocado como o santo que ressuscita os mortos, que cura as enfermidades, que ajuda os marinheiros, que fala com o menino Jesus e que vela pela felicidade do matrimónio.
São Pedro é um dos santos mais antigos da religião católica. Foi o primeiro dos
apóstolos de Jesus e o seu verdadeiro nome era Simão, o pescador. São Pedro é o protector dos pescadores e guarda as portas do céu. É também responsabilizado pelo estado do tempo. O dia que lhe é dedicado é o dia 19 de Junho.
São João é euforicamente festejado na noite de 24 de Junho, no Porto, onde todas as pessoas passeiam com os amigos e familiares, não esquecendo em casa o alho porro e o martelinho.

Tiago Ribeiro

1 de Abril - Dia dos Enganos

Dia dos enganos
Existem muitas explicações que nos ajudam a compreender o que terá levado este dia 1 de Abril a ser chamado de Dia das Mentiras ou Dia dos Bobos.
Uma dessas versões diz que a brincadeira surgiu em França. Assim desde o começo do século XVI o ano novo era festejado no dia 25 de Março, data que marcava a chegada da Primavera.
As festas duravam uma semana e terminavam no dia 1 de Abril.
Em 1564, o rei Carlos IX de França determinou que o ano novo seria comemorado no dia 1 de Janeiro. Alguns franceses resistiram à mudança e continuaram a seguir o calendário antigo pelo qual o ano iniciava a 1 de Abril.


Gozadores passaram então a ridicularizá-los, enviando convites para festas que não existiam.

Ana Isabel

Fevereiro ou em Março - Carnaval.

Em Fevereiro ou em Março, comemora-se o carnaval.
É o tempo dos desfiles de carros alegóricos, das máscaras e da folia.
Esta altura, a alegria passeia por todos os lados: as pessoas mascaram-se, fantasiam-se e saem às ruas para se divertirem. Costuma-se até dizer que “no Carnaval ninguém leva nada a mal !”
Em Portugal, encontramos Carnavais muito famosos, como são os de Loulé, Ovar, torres Vedras, Madeira, Mealhada, … .
Aqui cruzam-se as músicas populares com a tradição importada do Brasil ou de Itália.

Carlos Ferreira

Dia do trabalhador - 1º de Maio

Dia do trabalhador - 1 de Maio
Todos os anos, no dia 1 de Maio, comemora-se, em todo o mundo, o Dia do Trabalhador.
A história deste dia começa no século XIX. Nesta época, abusava-se dos trabalhadores, que chegavam a trabalhar entre 12 e 18 horas por dia. Este situação levava muitos homens a ficarem doentes, devido ao cansaço.

Por isto, milhares de trabalhadores de Chicago juntaram-se nas ruas, no dia 1 de Maio de 1886, para protestar contra as más condições de trabalho. Defendiam que o ideal era dividir o dia em três períodos: 8 horas para trabalhar, 8 horas para dormir e 8 horas para o resto.
A manifestação devia ter sido pacífica, mas as forças policiais tentaram pará-la e daqui resultaram feridos e mortos.
O povo, que já estava revoltado, passou a estar ainda mais revoltado.
Em 1889, o congresso Internacional decidiu que o dia 1 de Maio passaria a ser o Dia do Trabalhador, em homenagem aos “Mártires de Chicago”.
Em 1890, os trabalhadores americanos conseguiram alcançar a meta das oito horas de trabalho diário.
Em Portugal, só a partir de Maio de 1974 é que se passou a comemorar publicamente o 1º de Maio.

Cátia Teixeira

Em Novembro - Dia de São Martinho

Em Novembro - Dia de São Martinho
Dizem as pessoas mais velhas que existe uma lenda que explica o Verão de São Martinho, ou seja, aqueles poucos dias quentes que alegram o mês de Novembro, frio e chuvoso.
Martinho era um destemido e corajoso soldado romano Um dia, quando fazia uma caminhada em cima do seu robusto cavalo, uma tempestade abateu-se sobre Martinho e sobre tudo o que o rodeava. Apesar de chover muito, Martinho continuou a galope pela floresta, até que encontrou um miserável pedinte, sentado numa rocha e a tremer de frio.

Martinho, ao ver aquele triste espectáculo e porque tinha um coração generoso, cortou a sua capa a meio e deu uma das partes ao pobre velho.
O velhinho levantou-se, lançou a capa sobre os ombros e abanou a cabeça como forma de agradecimento.
Nesse momento, um sol radioso ergueu-se nos céus aniquilando a tempestade.
A partir daí, Martinho, que era soldado, tornou-se num peregrino e falou de Deus às pessoas.
Assim se explica o Verão de São Martinho!!!
Tiago Magalhães

A Páscoa - Março ou Abril

A Páscoa

A Páscoa é uma festa cristã, que celebra a morte e a ressurreição de Jesus Cristo.
Nesta data, as pessoas vão à igreja e participam em cerimónias religiosas, para saudarem o surgimento de uma nova vida, que deve nascer em cada um de nós.

É costume andar o compasso pelas cidades e pelas aldeias e em todos os locais se respira alegria.
As portas e os passeios são adornados com pétalas de flores e verduras. O rosmaninho e as pétalas das camélias são as mais usadas nas passadeiras.
As pessoas acompanham o compasso e cantam hinos à ressurreição de Cristo.
Durante o dia, os padrinhos visitam os afilhados e comem com eles as iguarias da época: pão-de-ló, amêndoas, são bento; folar de pascoa, … .

Bruno, nº4